O PRINCÍPIO DE AMOR!!

O principio de amor é marcante no reino de Jesus. Seguir os passos de Cristo é de extrema urgência na missão de Deus. Ele era Mestre em contextualizar. Sua vida foi dedicada a levar a mensagem de Salvação. Todo aquele que se encontrava com o Salvador ouvia a mensagem de tal forma que a entendia sem que seu teor ou força fosse diminuído. Assim, o desenvolvimento da natureza amorosa é essencial na apresentação do Evangelho através de pontos comuns, para que a ovelha que está perdida e precisa ser encontrada, seja de fato abraçada pelo amor de nosso Senhor Jesus.
“Os cristãos que seguem a missão de Cristo, seguem igualmente a Cristo no serviço do mundo. A Igreja tem a natureza do corpo de Cristo crucificado e ressuscitado somente quando é obediente no mundo, pelo serviço concreto da missão. Sua existência depende inteiramente do cumprimento de seu serviço. Por isso ela nada é para si mesma, mas é tudo o que é pela existência para os outros. Ela é a comunidade de Deus quando é comunidade para o mundo.”
Ela “orienta os missionários sobre aonde eles deveriam ir e como deveriam proceder. Eles não devem executar seus próprios planos, mas tem de esperar que o Espírito os guie.”
Jesus deixou exemplo de missão em amor. Em Suas palavras “o servo não é maior do que seu senhor” (Jo. 13.16), assim, se Ele veio para servir e não ser servido (Mt. 20.28), os discípulos de Cristo devem também estar prontos para servir, para ir além-mar a fim de pregar o Evangelho que transforma. O método aqui é serviço pessoal baseado no amor.
“Segundo Mateus, não se trata apenas de os discípulos terem de ensinar o que Jesus ensinou (28:20), nem de serem colaboradores de Jesus ou meramente Seus mensageiros (Hahn 1965:41). Há uma correspondência e solidariedade ainda mais profundas aqui. Isto se torna particularmente evidente na parte central do Evangelho, capítulos 9:35-11.1, que pode ser subdividida em 11 breves seções. No centro desses 11 parágrafos temos 10:24s.: ‘O discípulo não está acima de seu mestre, nem o servo acima de seu senhor. Basta ao discípulo ser como seu mestre, e o servo como seu Senhor. ’ Em torno desse centro, Mateus dispôs uma série de ditos que iluminam, todos eles, um único fato: Aquilo que se aplica a Jesus, aplica-se aos Seus discípulos(as) também. Sua partilha torna-se patente, em particular, em dois sentidos aparentemente contraditórios: Jesus e Seus discípulos partilham o sofrimento e a autoridade missionária (cf. Brown 1978:76-79 e Frankemölle 1974:85-108, ambos com referências detalhadas; cf. também Frankmölle 1982:125-129).”
Na contextuação, o discípulo sempre será servo. O discípulo estará sempre na posição de servo, disposto a viver por Cristo e cumprir missão de Deus.
“O discípulo de Jesus nunca se forma e vira rabino. Ele pode, naturalmente, tornar-se apóstolo, mas um apóstolo não é um discípulo com diploma em teologia. O apostolado não é, em si, um status elevado. Um apóstolo é, essencialmente, uma testemunha da ressurreição.”
Por
Pr. Chaguri
mestre em missiologia

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